"Ela era uma criança normal. Eu acho. Não sei, receio não ter um vasto conhecimento sobre crianças, e também não conheço muitas crianças com as quais eu poderia compará-la. O que posso dizer? Ela tinha cachinhos dourados. Olhos claros. Chorava como doida, e provavelmente aprendeu a suportar a dor do jeito que suporta quando ainda tinha essa idade. Criou inúmeros traumas; do chapéu favorito que o mar levou, do fogão que a mãe dizia que poderia explodir se ela brincasse, do cabelo que, por algum motivo (ou talvez fosse apenas seu azar) havia decidido nascer cacheado. Por outro lado, poderia ser considerada uma criança curiosa. Era apaixonada pelas 'tonas' (também conhecidas popularmente como azeitonas). Gostava de brincar com a avó de 'moça da pedra', brincadeira muito simples que consistia em começar a gritar com a avó por causa de uma pedra (imitando sua tia). Obviamente não havia maldade nenhuma, e as duas se divertiam reproduzindo uma situação real e hilária (pelo menos naquela idade ela considerava essa historia divertidíssima). Queria ser cantora, atriz, veterinária, guitarrista, bailarina, princesa, até que decidiu que seria nada mais, nada menos do que sereia. Simples, não? Ficava muito chateada que, nos filmes, as sereias sempre queriam ser humanas. E ela ali, morrendo de vontade de ser uma Ariel. Tinha um problema sério: era mandona ao extremo, e as coisas tinham que ser do seu jeito. Chorou muito no dia que bateu de cara no portão, e levou alguns pontos na testa (apesar de que, dessa cena, ela só lembra de correr em círculos, deslizar até o portão, e depois acordar no hospital chorando, esperneando, e sangrando). Tinha uma energia inesgotável, e adorava ler. Com 6 anos, teve vários namorados. Vááááários.
Ela é uma adolescente normal. Mentira. Bom, ela é tão normal quanto uma menina de 14 anos pode ser, tire suas próprias conclusões. Ainda tem o cabelo cacheado e os olhos claros. Infelizmente, ainda chora bastante (o problema deve ser que ela se deixa levar demais pelos sentimentos, perdendo um pouco da racionalidade). Algumas amigas acham que ela não sente dor, mas ela tem certeza de que a diferença é que ela sabe lidar como lidar com a dor física. Nunca a psicológica. Não tem muitos traumas, apesar de ainda pensar no chapéu perdido e só ter perdido o medo do fogão recentemente. Hoje, adora o cabelo cacheado (apesar de ser um porre na hora de acordar). Continua apaixonada por azeitonas (todos os tipos), e todas as comidas especiais. Falando em comida, ela adora. Experimenta todas: se não gostar, não gostou, o que fazer? Pelo menos provou. Não brinca mais da moça da pedra com a avó (que continua sendo chamada carinhosamente de vovó), e agora conversam sobre livros. Atualmente, não tem a menor idéia do que quer ser. Mas pretende decidir logo. Também quer estudar mais esse ano, e se dedicar mais ao que gosta (metas, prazos, objetivos, tudo isso). Mas ok, admite que ainda adoraria ser uma sereia. Daquelas lindas de morrer. Ainda tem a cicatriz na testa, que veio da batida no portão. Ainda ama ler, cada vez mais. Pelo menos agora, virou mulher de um homem só. Apaixonaaada..."
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
Instintos.
Evolução.
A muitos anós atrás, nos comunicávamos de uma forma que hoje não compreendemos. Para nos alimentarmos, precisávamos fazer algo que hoje não sabemos mais como: caçar. Ninguém se preocupava com o cabelo que não estava brilhoso, com a unha cheia de cutículas e com as roupas modernas que não poderia comprar.
Sobrevivência. Algo que, a algum tempo atrás, lutavamos para ter. Para conquistar. Hoje, é difícil parar para pensar nisso. É dificil ver alguém lutando por sua sobrevivência, pois nós apenas... sobrevivemos. Com os avanços da medicina podemos diagnosticar nossas doenças e tratá-las de uma maneira simples, em sua maioria.
Evoluímos, com a certeza de que melhoramos. Afinal, evoluir não é isso? Crescer? Deixamos para trás nossos hábitos primitivos, que foram substituídos por atos mais racionais e não focados apenas em nossa sobrevivência. Porém, não foi tudo deixado para trás. Podemos agradecer aos nossos antecessores por ainda conservarmos esse instinto. Esse, que mal usamos. Esse, até considerado dispensável. Esse, que salvou inúmeras pessoas no Haiti. O instinto de sobrevivência.
Como pessoas podem ficar soterradas por mais de 10 dias e sobreviverem? É o instinto de sobrevivência. Se tivessemos olhos apenas para nosso eu evoluído, negando o passado, não teriamos esse instinto. Essa chance.
Ontem suspenderam as buscas por sobreviventes no Haiti. Anteontem, ainda haviam encontrado mais sobreviventes. E, com toda a certeza, ainda existem muitas pessoas soterradas, com nada além de seu instinto de sobrevivência, esperando para serem salvas. Esperando um socorro que não vai chegar.
Só podemos esperar que o instinto os salve. Apesar de tudo, é bom termos conservado alguns de nossos antigos costumes.
As características básicas do ser humano.
A muitos anós atrás, nos comunicávamos de uma forma que hoje não compreendemos. Para nos alimentarmos, precisávamos fazer algo que hoje não sabemos mais como: caçar. Ninguém se preocupava com o cabelo que não estava brilhoso, com a unha cheia de cutículas e com as roupas modernas que não poderia comprar.
Sobrevivência. Algo que, a algum tempo atrás, lutavamos para ter. Para conquistar. Hoje, é difícil parar para pensar nisso. É dificil ver alguém lutando por sua sobrevivência, pois nós apenas... sobrevivemos. Com os avanços da medicina podemos diagnosticar nossas doenças e tratá-las de uma maneira simples, em sua maioria.
Evoluímos, com a certeza de que melhoramos. Afinal, evoluir não é isso? Crescer? Deixamos para trás nossos hábitos primitivos, que foram substituídos por atos mais racionais e não focados apenas em nossa sobrevivência. Porém, não foi tudo deixado para trás. Podemos agradecer aos nossos antecessores por ainda conservarmos esse instinto. Esse, que mal usamos. Esse, até considerado dispensável. Esse, que salvou inúmeras pessoas no Haiti. O instinto de sobrevivência.
Como pessoas podem ficar soterradas por mais de 10 dias e sobreviverem? É o instinto de sobrevivência. Se tivessemos olhos apenas para nosso eu evoluído, negando o passado, não teriamos esse instinto. Essa chance.
Ontem suspenderam as buscas por sobreviventes no Haiti. Anteontem, ainda haviam encontrado mais sobreviventes. E, com toda a certeza, ainda existem muitas pessoas soterradas, com nada além de seu instinto de sobrevivência, esperando para serem salvas. Esperando um socorro que não vai chegar.
Só podemos esperar que o instinto os salve. Apesar de tudo, é bom termos conservado alguns de nossos antigos costumes.
As características básicas do ser humano.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A folha
Quando é pra falar de sexualidade, sou uma pessoa irritada. Me irrito com o preconceito, me irrito com a opinião dos outros. Escuto muito falar: "hoje em dia temos mais opções em relação a nossa sexualidade". Como se nós fossemos "escolher" nossa sexualidade.
Para mim, escolher sua sexualidade seria a mesma coisa que preencher uma folha de papel com a pergunta: "O que você quer ser? De quem você quer gostar?". Aí, você pensa, levanta os prós e contras, e marca a sexualidade que você quer. Pronto, escolheu, tá feito. Ninguém escolhe sua sexualidade! Duvido que qualquer homem que se sinta atraido pelo mesmo sexo tenha algum dia pensado "Ok, quero gostar de homens". Você se sente atraído. Você não se sente atraído. Meu ponto é: isso vem de dentro.
Você aceita a homossexualidade? Vou te deixar pensando um pouco. Pensou? E então, o que decidiu? Aceita? Não aceita? Não importa. Deixe sua opinião de lado por alguns momentos e pense sobre isso: sua aceitação não vai mudar nada. Não vai fazer ninguém "mudar" sua sexualidade. Nesse exato momento, um casal homossexual está terminando. Outro está começando. Você não muda nada disso. Guarde sua aceitação, ou falta dela, para você mesmo, e tente viver sem preconceito.
Talvez, nesse exato momento, você esteja aí, se questionando sobre sua sexualidade. Talvez você esteja lutando contra o preconceito. Talvez esteja vendo o Big Brother e rindo dos "boiolas". Talvez não se importe.
Eu só tenho um pedido: não preencha a folha em que você analisa e decide sua sexualidade. Você nao deve explicações. Não deve motivações. E o que você realmente é, bom, ninguém pode tirar isso de você.
Para mim, escolher sua sexualidade seria a mesma coisa que preencher uma folha de papel com a pergunta: "O que você quer ser? De quem você quer gostar?". Aí, você pensa, levanta os prós e contras, e marca a sexualidade que você quer. Pronto, escolheu, tá feito. Ninguém escolhe sua sexualidade! Duvido que qualquer homem que se sinta atraido pelo mesmo sexo tenha algum dia pensado "Ok, quero gostar de homens". Você se sente atraído. Você não se sente atraído. Meu ponto é: isso vem de dentro.
Você aceita a homossexualidade? Vou te deixar pensando um pouco. Pensou? E então, o que decidiu? Aceita? Não aceita? Não importa. Deixe sua opinião de lado por alguns momentos e pense sobre isso: sua aceitação não vai mudar nada. Não vai fazer ninguém "mudar" sua sexualidade. Nesse exato momento, um casal homossexual está terminando. Outro está começando. Você não muda nada disso. Guarde sua aceitação, ou falta dela, para você mesmo, e tente viver sem preconceito.
Talvez, nesse exato momento, você esteja aí, se questionando sobre sua sexualidade. Talvez você esteja lutando contra o preconceito. Talvez esteja vendo o Big Brother e rindo dos "boiolas". Talvez não se importe.
Eu só tenho um pedido: não preencha a folha em que você analisa e decide sua sexualidade. Você nao deve explicações. Não deve motivações. E o que você realmente é, bom, ninguém pode tirar isso de você.
Resenha Crítica: Precisamos Falar Sobre o Kevin

A primeira coisa que me chamou atenção nesse livro foi a capa. Sempre julguei livros por sua capa, e até agora essa tecnica tem dado certo. Comprei o livro, mesmo com a minha mãe apresentando uma relutância tão grande em relação a ele (não me pergunte o motivo, eu não saberia responder).
Escrito por Lionel Shriver, este foi seu primeiro romance. Foi rejeitado por inúmeras editoras antes de finalmente ser aceito, se tornando um best seller.
O livro é narrado pela mãe de Kevin, por meio de cartas a seu ex marido, Franklin. Intercala momentos do passado e do presente. Franklin queria ter um filho, e sua mulher não. Em um momento ela engravida, e já cultua um tipo de raiva por Kevin antes mesmo de seu nascimento. Ela não imaginava que, 16 anos depois, seu filho seria o autor de uma carnificina que matou colegas, professores e funcionários de seu colégio. Um livro que te faz pensar se a raiva de uma mãe pode tornar seu filho um psicopata.
Se eu tivesse que descrever o livro em uma palavra, seria "perturbante". Não é o livro certo para quem procura uma leitura simples e relaxante. Para mim, o maior problema do livro foi um pouco de falta de objetividade. É obvio que a autora teria que explicar bem a historia de Kevin, mas em muitos momentos o livro se tornou maçante. De uma hora para outra, se torna eletrizante, com um final surpreendente. É com absoluta certeza um livro muito bem escrito.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
O direito exclusivo de errar
Errar é humano. É errando que se aprende, e todo mundo tem o direito de errar. É, infelizmente eu não penso assim.
Quer dizer, errar é fundamental. Eu acho que não seria nem metade do que sou se não tivesse tido a chance de aprender com meus próprios erros. Por exemplo: sabe quando tu vai fazer uma coisa, ou está fazendo uma coisa, e a tua mãe te olha com uma cara meio estranha, e depois faz um discurso gigante do qual você pode tirar lições e previnir seu próprio erro? Pois é, eu nunca liguei muito pra esses discursos. Pode parecer hipocrisia da minha parte, e geralmente, no fim eu erro (e feio). Mas tem o lado bom: eu estou aprendendo com meu próprio erro, e sabe o que? Se eu não fizesse do meu jeito ficaria pensando como teria sido se tivesse feito como eu queria.
Agora, pense em um grupo. Alguém desse grupo, vamos chamá-lo de F (fulano), tem que tomar uma decisão importante para o grupo inteiro. Ele tem duas opções, sendo que uma decisão seria melhor para ele, e a outra ajudaria a todos. O F faz uma escolha: decide se beneficiar, tendo a chance de ajudar ao grupo, mas apenas tendo a si mesmo em mente. Mas ele não escolheu a opção que beneficiaria diretamente o grupo inteiro. Ele errou. O erro que ele cometeu prejudicou a todos menos a ele mesmo. Quer saber? Ele era um líder. Líderes não podem se dar a chance de cometer esse tipo de erro pensando em si mesmos. Um presidente, um líder mundial, tem que pensar no grupo. E não pode se dar a chance de errar.
Talvez eu esteja sendo dura, e eu provavelmente estou. Gosto de ter meu direito de errar, do mesmo jeito que sei que os "líderes" também são humanos e erram. Mas sempre que alguém, com seu erro, pode influenciar outras pessoas, deve pensar um pouco.
Quando as consequencias do seu erro não se limitam a você, pense. No grupo. Talvez se todos pensassem assim, teríamos um mundo menos egoista.
E possivelmente um mundo com líderes de verdade.
Quer dizer, errar é fundamental. Eu acho que não seria nem metade do que sou se não tivesse tido a chance de aprender com meus próprios erros. Por exemplo: sabe quando tu vai fazer uma coisa, ou está fazendo uma coisa, e a tua mãe te olha com uma cara meio estranha, e depois faz um discurso gigante do qual você pode tirar lições e previnir seu próprio erro? Pois é, eu nunca liguei muito pra esses discursos. Pode parecer hipocrisia da minha parte, e geralmente, no fim eu erro (e feio). Mas tem o lado bom: eu estou aprendendo com meu próprio erro, e sabe o que? Se eu não fizesse do meu jeito ficaria pensando como teria sido se tivesse feito como eu queria.
Agora, pense em um grupo. Alguém desse grupo, vamos chamá-lo de F (fulano), tem que tomar uma decisão importante para o grupo inteiro. Ele tem duas opções, sendo que uma decisão seria melhor para ele, e a outra ajudaria a todos. O F faz uma escolha: decide se beneficiar, tendo a chance de ajudar ao grupo, mas apenas tendo a si mesmo em mente. Mas ele não escolheu a opção que beneficiaria diretamente o grupo inteiro. Ele errou. O erro que ele cometeu prejudicou a todos menos a ele mesmo. Quer saber? Ele era um líder. Líderes não podem se dar a chance de cometer esse tipo de erro pensando em si mesmos. Um presidente, um líder mundial, tem que pensar no grupo. E não pode se dar a chance de errar.
Talvez eu esteja sendo dura, e eu provavelmente estou. Gosto de ter meu direito de errar, do mesmo jeito que sei que os "líderes" também são humanos e erram. Mas sempre que alguém, com seu erro, pode influenciar outras pessoas, deve pensar um pouco.
Quando as consequencias do seu erro não se limitam a você, pense. No grupo. Talvez se todos pensassem assim, teríamos um mundo menos egoista.
E possivelmente um mundo com líderes de verdade.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Kiwi e Saudade
Saudade: Recordação suave e melancólica de pessoa ausente, local ou coisa distante, que se deseja voltar a ver ou possuir.
Saudade... da minha amiga.
Kiwi: Fruta, animal, ou pessoa.
Kiwi... é a minha amiga.
Um ano. Era o tempo que ela iria ficar distante. Distante é pouco, porque a Nova Zelandia é um poquinho mais do que distante. Ok, é basicamente do outro lado do mundo, e ser separada de uma pessoa, uma amiga tão importante para ti por tanta distância e tanto tempo é, bem, cruel. Mas tinha certeza de que quando passasse, todos diríamos: "nossa, como passou rápido!", mesmo que os dias tivessem se arrastado e o relógio não andasse.
Hoje eu a revi. Foi tudo. Tinhamos 365 dias de novidades para contar e 365 dias de saudade para matar. Por um lado foi engraçado; ainda tinhamos os mesmos assuntos, fofocávamos sobre as mesmas pessoas e nossos gostos eram muito parecidos. Nada havia mudado, afinal. Ela havia ganho um ano de experiência em um país completamente diferente. Eu havia ganho um ano de experiência sobre como controlar a saudade. Nos divertimos até confundindo pobre criancinhas dizendo que meu nome é Julia e o dela é... bem, Júlia (a criança não aceitou aquilo muito bem e achou que nós estávamos tentando enganá-la).
Depois de tudo isso, tenho: uma amiga Kiwi (neozelandeses também são conhecidos como Kiwis) e um chaveiro do animal Kiwi (sim, esse animal existe, procurem no google. Meu namorado diz que parece uma galinha, mas não é verdade).
Só faltou a fruta.
Ju (L)
Saudade... da minha amiga.
Kiwi: Fruta, animal, ou pessoa.
Kiwi... é a minha amiga.
Um ano. Era o tempo que ela iria ficar distante. Distante é pouco, porque a Nova Zelandia é um poquinho mais do que distante. Ok, é basicamente do outro lado do mundo, e ser separada de uma pessoa, uma amiga tão importante para ti por tanta distância e tanto tempo é, bem, cruel. Mas tinha certeza de que quando passasse, todos diríamos: "nossa, como passou rápido!", mesmo que os dias tivessem se arrastado e o relógio não andasse.
Hoje eu a revi. Foi tudo. Tinhamos 365 dias de novidades para contar e 365 dias de saudade para matar. Por um lado foi engraçado; ainda tinhamos os mesmos assuntos, fofocávamos sobre as mesmas pessoas e nossos gostos eram muito parecidos. Nada havia mudado, afinal. Ela havia ganho um ano de experiência em um país completamente diferente. Eu havia ganho um ano de experiência sobre como controlar a saudade. Nos divertimos até confundindo pobre criancinhas dizendo que meu nome é Julia e o dela é... bem, Júlia (a criança não aceitou aquilo muito bem e achou que nós estávamos tentando enganá-la).
Depois de tudo isso, tenho: uma amiga Kiwi (neozelandeses também são conhecidos como Kiwis) e um chaveiro do animal Kiwi (sim, esse animal existe, procurem no google. Meu namorado diz que parece uma galinha, mas não é verdade).
Só faltou a fruta.
Ju (L)
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